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 1 - MENU CADASTROCadastro de usuários
Cadastro de Responsáveis
Cadastro de Funções
Cadastro de Áreas
Cadastro de Sites (Unidade Industrial)
Cadastro de Entradas / Saídas
Cadastro de critérios de detecção, ocorrência e Severidade
Nota:
Use  o ajuda de cadas formulário, para orientações de preenchimento.

Cadastro de usuários
1.1 - CADASTRO DE USUÁRIOS

Cadastro de usuários
Cadastro de senhas
Controle de acesso

2 - MÓDULO DE MAPEAMENTO DE PROCESSOS
Guia Mapeamento de Processos


Mapeamento de Processos

2.1 - CABEÇALHO

Nome e código do processo
Controle de revisão e emissão
Iteração de processos: processo anterior e posterior
Responsabilidade de elaboração e aprovação

2.2 - GUIA DETALHAMENTO DO PROCESSO

Cadastro de tarefas
Responsabilidade por tarefa
Entradas e fornecedores
Saídas e Clientes
Recurso
Monitoramento
Indicadores 

2.3 - GUIA ANÁLISE DE RISCO

Relaciona todas as FMEA´s  vinculadas ao processo

2.4 -HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES

Registro das alterações no mapa de processo
.
2.5 - FORMULÁRIO DE IMPRESSÃO

Formulário Mapa de Processo

2.6 - RELAÇÃO DE PROCESSOS POR ÁREA / SITE

Filtro de relação de processos

2.6.1 - RELAÇÃO GERAL
Para emitir o relatório geral, deixe os filtros de Site e Área em branco.

2.6.2 - RELAÇÃO ESPECÍFICA
Use o campos de "Site" e "Área" parar gerar um relatório específico.


3 - MÓDULO ANALISE DE RISCOS - FMEA

Guia Análise de Riscos

3.1- GUIA DETALHAMENTO

3.1.1 - CABEÇALHO

FMEA Cabeçalho

3.1.2 - EQUIPE DE TRABALHO

FMEA Equipe de Trabalho

3.1.3 - RESPONSABILIDADES

FMEA Responsabilidades

3.2 - GUIA ANÁLISE RISCO

Análise de risco

3.2.1 - DESCRIÇÃO
Nome da atividade , componente ou  subsistema que está sendo analisado.

3.2.2 - MODO DE FALHA
O Modo de Falha Potencial é definido como a maneira pela qual o processo potencialmente falharia em atender aos requisitos do processo. É a descrição de uma não conformidade nesta operação específica, que pode ser associada com o modo potencial de falha de uma operação subsequente (output da operação) ou ao efeito associado a uma talha potencial de uma operação anterior (input da operação) — interfaces do processo.
Liste para cada operação do processo, em relação a um componente, subsistema, sistema ou característica do processo, os modos de falha potenciais. Assuma que a falha possa acontecer, mas não necessariamente vai ocorrer.
O Gestor do Processo deveria ser capaz de responder as seguintes questões:
-  “Como o processo poderia falhar em atender as especificações?”
-  “Além das especificações de engenharia, o que um cliente (usuário final, operações subsequentes, ou assistência técnica) considera como falhar?

3.2.3 - EFEITO DA FALHA
Efeito Potencial da falha é definido como o efeito do modo de falha no cliente. Neste contexto, o cliente pode ser a próxima operação, operações subsequentes ou locais, ou o produto final. Cada cliente deve ser considerado na avaliação do efeito potencial de uma falha. Descreva os efeitos da falha em termos do que seria observado pelo cliente. Para o usuário final os efeitos deveriam sempre ser formulados em termos de desempenho do sistema ou produto. Se o cliente for a próxima operação, ou operações posteriores, os efeitos deveriam ser formulados em termos do desempenho da operação/processo.

3.2.4 - SEVERIDADE
Severidade é uma avaliação da gravidade do efeito do modo de falha potencial (listado na coluna anterior) para o cliente. A severidade se aplica somente ao eleito. Se o cliente afetado pelo modo de falha é um cliente final, a avaliação da severidade pode estar fora do campo da experiência ou conhecimento dos gestores do processo. Neste caso, a FMEA de projecto, o engenheiro de projecto, e/ou gestores de outros processos deveriam ser envolvidos na análise.
Severidade deve ser estimada em uma escala de 1 a 10.

3.2.5 - CAUSA DA FALHA
A Causa Potencial da Falha é definida como o motivo pelo qual a falha poderia ocorrer, descrita em termos de alguma coisa que possa ser corrigida ou possa ser controlada.
Liste, da forma mais completa possível, todas  as causas  de falha concebíveis para cada modo de talha potencial. Normalmente, existem mais de uma causa para o mesmo modo de falha.

3.2.6 - OCORRÊNCIA
Ocorrência é a probabilidade de uma  causa específica (listado na coluna anterior) vir a ocorrer. O índice de ocorrência tem um significado mais importante que apenas seu valor. Estime a probabilidade de ocorrência em uma escala de “1” a “10”.
Apenas a ocorrência referente ao modo de falha deveria ser considerada para este índice, e não devem ser consideradas as falhas dos controles atuais do processo.
As taxas de falhas prováveis são baseadas na frequência de falhas previstas para o processo. Se dados estatísticos de processos similares estão disponíveis, os mesmos deveriam ser utilizados para determinar o índice de ocorrência. Caso contrário, pode ser realizada uma avaliação subjectiva, utilizando as definições da coluna esquerda da tabela, junto com quaisquer dados históricos de processos similares disponíveis.

3.2.7 - CONTROLE DE PREVENÇÃO
Ações que são definidas para evitar que a falha ocorra. Controles para impedir ou detectar a ocorrência da causa da falha.Essas ações podem traduzir medidas de prevenção total ao tipo de falha; medidas de prevenção total de uma causa de falha; medidas que dificultam a ocorrência de falhas; medidas que limitam o efeito do tipo de falha; medidas que aumentam a probabilidade de detecção do tipo ou da causa de falha.

3.2.8 - CONTROLE ATUAL DE DETECÇÃO
Caso ocorra a falha como ela pode ser detectada? Controles para impedir que a falha se transforme em efeito.
Os controles normalmente ficam nas entradas e saídas de processo. Podem ser controles de processo ou Controle Estatístico de Processo (CEP), ou então avaliações posteriores ao processo. A avaliação poderá ser feita para a operação em análise ou operação subsequente.

3.2.9 - DETECÇÃO
A detecção é uma avaliação da probabilidade de que os controles irão detectar uma potencial causa de falha. Os controles devem detectar uma falha antes dela passar para o próximo processo. Também é definida em uma escala de 1 a 10.

3.2.10 - RPN - NÚMERO DE PRIORIDADE DE RISCO
O Número de Prioridade de Risco é o produto dos índices de Severidade (S), Ocorrência (O) e Detecção (D). 

RPN = (S)x (O)x (D)

Ê uma medida do risco do processo. Este número deveria ser utilizado para priorizar as deficiências do processo. O RPN varia entre “1” e “1000”. Para NPR’s altos a equipe deve concentrar esforços a fim de reduzir o risco calculado através de acções correctivas. De modo geral, deveria ser dada atenção especial quando a severidade é alta, independente do RPN resultante.

3.3 - GUIA PLANO DE AÇÃO

Plano de ação

3.3.1 - AÇÃO PREVISTA

Quando os modos de falha estiverem classificados pelo NPR, devem ser definidas ações  para os itens críticos e com altos índices de NPR.  O objetivo de qualquer ação prevista é reduzir o índice de ocorrência  e/ou de detecção. Em todos os casos em que o efeito de um modo de falha potencial representar perigo para o operador, ações corretivas devem ser tomadas para prevenir este modo de falha através do controle ou eliminação das causas, ou deve ser especificada proteção adequada para o operador.
Há necessidade de implementar ações corretivas proativas, especificas, com resultados quantificáveis, recomendando ações para outras atividades e acompanhando todas as recomendações.
Uma FMEA de processo bem planejado e bem desenvolvido será de pequeno valor sem que as ações corretivas efectivas e positivas sejam implementadas. É de responsabilidade de todas as áreas afetadas implementar programas de acompanhamento efetivos para contemplar todas as recomendações.

As seguintes ações deveriam ser consideradas:

♦ Para reduzir a probabilidade de ocorrência, são recomendadas revisões do processo. Podem ser realizados estudos estatísticos para a obtenção de informações importantes para a prevenção de defeitos e melhoria contínua do processo.

♦ Para aumentar a probabilidade de detecção devem ser implementadas revisões no processo . Geralmente, a melhoria apenas dos meios de controles somente agrega custos ao produto e é ineficaz na melhoria da qualidade do processo. O aumento de frequências de inspecção só deve ser utilizado como uma ação temporária. São necessárias ações corretivas permanentes. Mudanças no sistema atual de controle podem ser implementadas para aumentar esta probabilidade. Entretanto, a ênfase deve ser dada a ações de prevenção do defeito (reduzindo a ocorrência) e não apenas no aumento da detecção do mesmo. Um exemplo ilustrativo seria o uso do Controle Estatístico do Processo e/ou a melhoria continua do processo ao invés de inspecções ou auditorias da qualidade.

3.3.2 - RESPONSABILIDADE / PRAZO  PELA AÇÃO

Deve ser definido o responsável para coordenar a implementação da ação prevista bem como o prazo da mesma.

3.3.3 - VALIDAÇÃO DA  AÇÃO

3.3.3.1 - Validação:
            Definir responsabilidade de verificação da ação prevista.

3.3.3.2 - Status:
            Definir o status da ação: "Pendente", "Andamento", "Concluída" ou "Cancelada".

3.3.3.3 - Eficácia:
            Definir a eficácia da ação implementada:  "Não Avaliada", "Eficaz" ou "Não Eficaz".

3.3.3.4 - Evidências:
             Evidências objetivas da implementação e da eficácia das ações previstas.

3.3.3.5 - Data:
            Data de validação das ações previstas.

3.3.4 - RPN FINAL

Após a implementação e validação das ações previstas , redefina os índices, ocorrência e detecção para o cálculo do RPN Final.
Todos NPR’s resultantes devem ser analisados criticamente e se ações adicionais forem consideradas necessárias, revise a FMEA, incluindo as ações complementares.

3.4 - FORMULÁRIO PARA IMPRESSÃO

Fmea Análise de Falha
Fmea Plano de Ação
3.5 - RELATÓRIOS DE FMEA

3.5.1 - RELATÓRIO DE FMEA POR ÁREA/SITE

FMEA por área/site

3.5.2 - RELATÓRIOS  PLANOS DE AÇÕES

FMEA Plano de Ação